Quem sou eu

Mostrando postagens com marcador filosofia de trabalho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filosofia de trabalho. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 27 de maio de 2014

Mudança

Mudar a direção não implica mudar o destino
O que norteia é a índole, os ideais e a seriedade
Caminhos diferentes podem levar ao mesmo objetivo
O que motiva é o novo

Virar o leme para navegar em outras águas
Certamente mais agitadas e instigantes
O diferente não me assusta
Antes arrepender do feito do que nada feito

Não vou sozinho
Sonhar junto é fazer a realidade
Trabalho em equipe afronta a matemática
Onde dividir sempre será multiplicar

Animado com as possibilidades
Ciente da responsabilidade
Sucesso? Consequência, jamais objetivo
O caminho é que me encanta

Construir é inebriante
Reiniciar é desafiante
Abrir mão é incerteza
Divertir com o frio na barriga é certeza

Aposto minhas fichas no novo
Minha zona de conforto é muito desconfortável
Parece sapato apertado
Veste bem, impressiona os outros, mas aperta meu calo

Deixo meu berço para alçar vôos maiores
Levo minha formação e a certeza da multiplicação do ideal
Deixo amigos, histórias, mestres e aprendizes
Levo carinho, respeito e a certeza do dever cumprido



Dia 1o. de Junho inicio minhas atividades no Hospital Mater Dei. 
Ao Hospital Felício Rocho, minha eterna gratidão.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Produção Científica Fútil


     A grande maioria da produção científica em saúde é absolutamente fútil. A neurose curricular, já discutida neste blog (Currículo Adicto), gera a publicação de infindáveis artigos com pouquíssima, ou nenhuma relevância científica. Publicar por publicar tornou-se uma praxe no meio médico.

   A quantidade tornou-se mais importante que a qualidade na produção científica. Sociedades de especialidades médicas felizes, divulgando, aos quatro ventos, que tiveram mais de quinhentos trabalhos inscritos no último congresso. Destes, pouquíssimos são relevantes. Será que realmente vale a pena valorizar o publicar por publicar na medicina?

  Outro fator preocupante é a gigantesca influência da indústria farmacêutica nesta seara da produção científica em saúde. Influência esta, muitas vezes voltada para o lucro e não para os pacientes. As medicações mais pesquisadas são para uso crônico, utilizadas por pessoas que podem pagar e em doenças que não matam agudamente. Depressão, déficit de atenção, dislipidemia e hipertensão são alguns exemplos. Ao contrário das doenças dos pobres, como por exemplo, malária, tuberculose e dengue.

   Alguns valorizam o estudo e o empenho do autor na confecção do trabalho ou pôster, o que realmente é louvável. Na minha opinião, o coordenador da equipe ou os membros mais experientes, deveriam estimular trabalhos e projetos realmente úteis para o dia-a-dia do profissional e da instituição. A publicação de relatos de casos deveria ser unificada em um banco de dados único, mundial e regionalizado, para realmente possuir algum poder científico e epidemiológico.

     Os sites que compilam os trabalhos, realmente significantes, da literatura médica tornaram-se indispensáveis. Valorizo aqueles que gostam de atualização científica constante e chegam a ser até obsessivos compulsivos neste assunto. Sem eles, não separaríamos o joio do trigo.

   Quem nunca teve um monte de artigos científicos para serem lidos? Tenho um colega que, percebendo a montanha dos não lidos crescendo desproporcionalmente a dos lidos, resolveu o problema de forma simples e objetiva: parou de ler artigo científico. Estuda em livros e em sites confiáveis de compilação científica. Considero uma boa alternativa, principalmente para acadêmicos e residentes.

   Na minha curta carreira como médico, já vi alguns remédios e procedimentos irem do céu ao inferno em um curto espaço de tempo. As mesmas revistas e sociedades que louvam, apedrejam em questão de meses. Todos sabemos que a verdade em medicina é muito lábil. O que é certo hoje poderá ser massacrado no futuro próximo. Seguir os últimos artigos, sem crítica, é garantia de erro. Como já dizia Paulinho da Viola na sua consagrada canção, Argumento: "Sem preconceito ou mania de passado, sem querer ficar do lado de quem não quer navegar. Faça como o velho marinheiro, que durante o nevoeiro, leva o barco devagar."

terça-feira, 26 de junho de 2012

O Bendito Sistema

      Quem nunca escutou a bendita frase: “O sistema é assim!” Independente da sua origem, seja na computação, na saúde, no direito, na economia, nas relações humanas, sempre teremos um sistema que nos guiará. Nunca consegui definir “o sistema”, mas divagar... 

      Na política, ele é tão forte que corrompe ou esmaga o mais correto dos indivíduos. Alimenta-se da desigualdade entre as pessoas, seja financeira ou intelectual. Conseguir uma mudança do sistema político de uma nação é algo grandioso, trabalhoso, desgastante e que demanda várias gerações. A educação é a única arma conhecida que pode mudar o sistema; porém, o que o mantém vivo, e cada vez mais forte, é a ignorância. Óbvio e ululante que o sistema não vai priorizar a educação, seria um suicídio. 
    
     Na saúde, o sistema engole a boa prática, sustentado pela “elasticidade moral”: condutas inadequadas, tomadas com a consciência tranquila. Atendimentos de péssima qualidade, justificados pelo sistema. “Não adianta ir contra, pois vai morrer de fome.” 

      No serviço público, o sistema é irredutível. Saiu do sistema, não existe. E o pior, não é possível inventar. Lento, burocrático, pouco resolutivo, confuso… sempre foi assim. Quem controla o sistema? Ninguém sabe. Quem inventou o sistema? Ninguém sabe. Quem pode mudar o sistema? Ninguém sabe. Por que precisamos seguir este sistema? Porque sempre foi assim… 

    Na economia, o sistema capitalista reina absoluto, utilizando a desigualdade como mola propulsora e o consumismo como principal combustível. O importante não é ser, é ter. Na minha opinião, um sistema doente e insustentável, que será substituído em breve, por vontade ou por obrigação. 

     O sistema sempre será uma excelente desculpa para aqueles que não sabem ou que não querem resolver um problema. Justifica condutas inadequadas, sem contra argumentação. “Eu sei que é errado, mas faço porque o sistema é assim”. Argumento infalível dos acomodados. Tormento dos questionadores da ordem. 

      Como consertar um sistema? “Resetando” ou dando um “boot”, ele pode voltar menos corrompido e até se consertar. Infelizmente, não temos uma tecla de reiniciar nos sistemas em que estamos incluídos. Novamente, reafirmo que a boa educação vem de casa, com bons exemplos. Quem sabe em umas cinco ou seis gerações, o sistema possa ser, pelo menos, desviado para um caminho menos desigual e mais saudável para todos. O sistema é reflexo das nossas condutas. Segundo Capitão Nascimento, no filme Tropa de Elite, só existem três maneiras de lidar com o sistema: “ou você se omite, ou você se corrompe, ou você vai para a guerra!” E aí? Vamos para a guerra?

terça-feira, 19 de junho de 2012

Febre Nem Sempre é Infecção


     A febre é o sinal de alerta mais conhecido em saúde. Ao primeiro sinal de febre, o desespero é uma constante. Na criança, preocupação; no adulto jovem, virose; no idoso, risco de vida. Na prática clínica diária, o diagnóstico adequado da causa da febre nem sempre é tão simples.

    As viroses são causas muito frequentes, porém, são apenas algumas das mais de duas centenas de doenças que causam febre. A segurança para apenas observar ou encaminhar o paciente para o CTI (Centro de Terapia Intensiva) advém de muito estudo e vivência do bom médico.

    A grande maioria das febres é inofensiva. Nem toda febre é sinal de infecção. As doenças, muitas vezes, são auto-limitadas, ou seja, curam-se sozinhas, apenas com os mecanismos de defesa do organismo. Antibióticos são absolutamente dispensáveis nesses casos. Lembrem-se que a grande maioria das febres não são tratadas com antibióticos. Defendo e valorizo muito a lei que impede a venda de antibióticos sem receita. O uso indiscriminado de antibióticos gera uma seleção bacteriana perigosa. Bactérias multirresistentes são cada vez mais frequentes.

    Os antibióticos estão sendo utilizados, em grande parte, como ansiolíticos para médicos e pacientes, em casos de qualquer suspeita de infecção. O uso do antibiótico gera uma falsa segurança e um relaxamento na busca da verdadeira causa da febre. Saibam que o antibiótico iniciado inadvertidamente pode aumentar a mortalidade em certos casos.

    Na medicina, temos uma entidade denominada Febre de Origem Obscura (FOI). A FOI é um quadro febril mantido sem diagnóstico após uma propedêutica inicial ampla. A FOI é um dos maiores desafios para os clínicos e a sua definição diagnóstica pode demorar meses. A ansiedade pelo uso de antibióticos é escancarada e, raramente, vemos pacientes sem recebê-los.

   Nossa equipe tem uma vasta experiência nesses casos, com diagnósticos raros e bem atípicos. Na FOI, o que mais nos preocupa na condução dos casos é a insegurança da família e do próprio paciente. Geralmente, são pacientes que passam por inúmeros colegas, e já estão inseguros, medrosos e receosos de um diagnóstico grave. Transparecer segurança, interesse, dedicação e paciência são nossas principais chaves. O diagnóstico tem o seu tempo, ora curto, ora longo. Cabe a nós saber conduzir o caso, para que o paciente sinta-se acolhido nesse momento de incertezas.

     Vale ressaltar que, em alguns casos, a febre precisa ser tratada de maneira agressiva e rápida, como no caso do choque séptico (antiga septicemia – termo já não utilizado mais). O médico precisa estar treinado para diferenciar a gravidade do caso e agir com rapidez, segurança e eficiência.

      Resumindo, lembre-se que, ao falarmos que o seu caso trata-se de uma provável virose, saiba que muito estudo e trabalho estão diretamente envolvidos nessa decisão. Como sempre digo, existem bons e maus profissionais, cabe a você reconhecer e valorizar o seu médico. Assim como em qualquer outra situação em saúde, a febre exige confiança e acessibilidade ao seu médico. Desta forma, as chances de definição diagnóstica são bem maiores.

terça-feira, 5 de junho de 2012

O Prolixo


    Vez por outra, são internados pacientes mais complicados de tratar. Não pela complexidade do caso, mas pelo modo com que eles enxergam o serviço de saúde. Exigentes, ríspidos, desconfiados, imediatistas; enfim, chegam “armados” até os dentes. A grande maioria dos médicos e demais profissionais de saúde fogem desse tipo de paciente ou familiar. A chance de ocorrer algo errado aumenta, exponencialmente, com a falta de jogo de cintura, ou empatia, de ambas as partes.

     Parece brincadeira, mas são desses pacientes e familiares que eu gosto. O desafio de “amansar” as feras é muito custoso, mas é gratificante. Poucos têm paciência e treinamento para perceber as reais necessidades desse tipo de cliente. Na imensa maioria das vezes, o que falta é atenção e vontade de resolver o problema do paciente – digo isso sem medo de errar. Exames demorados, falta de conversa, medicações atrasadas e procedimentos solicitados sem a devida explicação já são mais que suficientes para tirar qualquer um do sério (leia a postagem “O Paciente Chato”).

     Certa vez, internou-se uma paciente com hipercalcemia (aumento dos níveis de cálcio no sangue) para investigação diagnóstica. Inúmeros colegas haviam, simplesmente, se afastado dela, por causa da “chatice”. Nesse caso específico, a senhora era realmente sem educação. Sim, existe paciente mal educado, mas a “chatice” é apenas um mecanismo de defesa.

    Muito bem, do jeito que eu gostava. “Vamos lá amansar a fera...”, pensei inocente. A propedêutica da hipercalcemia exige exames e demora um pouco. Pode significar desde coisas bem simples até graves doenças. Pois então, passávamos no quarto dela todos os dias, duas vezes, eu ou o Renato (que trabalha comigo), junto com os residentes. Zé Olinto, chefe da equipe, não acompanhou esse caso específico. Dificilmente perdemos a paciência com pacientes ou familiares. Quando um perde, o outro sempre consegue contornar a situação.

    Com essa paciente, as coisas estavam mais difíceis que o usual. Apesar da atenção dispensada, ela era muito mal educada, azeda. Entretanto, era questão de honra controlar a situação e resolver o problema dela. Todos os dias eu explicava praticamente a mesma coisa sobre as possibilidades diagnósticas e sobre a necessidade de uma definição para tomarmos a conduta adequada.

     Paciência, tinha de sobra. Quanto ao tempo, fazia questão de deixar a visita por último, até para poder liberar o residente. Não desistiria. Sempre com muita educação e recebendo “patadas” homéricas, continuava explicando tudo detalhadamente, com muita paciência. Durante a corrida usual, o Renato sabia que a prosa era longa e continuava a “corrida de leito”. Geralmente, eu o encontrava uns 5 doentes a frente.

    Em uma quarta feira, estava de plantão no CTI do hospital e o Renato passou nos pacientes. Na quinta, passei novamente e não me esqueci daquela paciente. Cheguei ao quarto e, após as várias perguntas, ainda aguardando alguns exames, expliquei tudo novamente. Terminando, perguntei se restava alguma dúvida. E foi aí que escutei:

-       Dr. Breno, você é muito prolixo. Eu gosto é do Dr. Renato, que é “curto e grosso”.

     Na hora, fiquei meio abobado, tive vontade de xingá-la. Despedi-me,  saí do quarto e me recompus. Claro que perguntei para o Renato o que ele havia faltado para ela no dia anterior.  E essa foi a resposta:

-       O cálcio da senhora está alto no sangue. Estamos procurando a causa, que pode até ser um tumor. Faltam alguns exames e a senhora tem que aguardá-los.

   Renato, com sua experiência, já havia percebido o jeito adequado de tratá-la. Sempre atencioso e com uma paciência de Jó, naquele caso específico, utilizou o jeito correto de transmitir a informação que a paciente precisava ouvir. Ali, aprendi algo que levo comigo. O que é bom para você, não necessariamente é bom para todo mundo. Na medicina, você precisa criar essa sensibilidade para perceber qual a real necessidade do cliente, isso é muito difícil. Inúmeros pacientes não querem detalhes ou informações sobre o seu caso.

     Depois desse episódio, passei a me policiar mais para evitar a prolixidade. Que bom que trabalho em equipe e sigo aprendendo diariamente. Apesar disto, saibam que continuo gostando de cuidar de pacientes e familiares difíceis. O aprendizado é sempre certo.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Equipe de uma pessoa só

        Dr.Juca veio de família humilde e sempre foi um batalhador. Muito estudioso, formou-se em medicina e iniciou uma bela trajetória. Na região, Dr.Juca era considerado o melhor. Atencioso e muito dedicado, criou uma clientela expressiva. Atendia exclusivamente em consultório e sempre trabalhou sozinho. Os dois filhos não fizeram medicina muito pela ausência do pai. Dr.Juca ficou famoso por suas curas ditas milagrosas. Ao final de 54 anos de dedicação exclusiva aos seus clientes, por problemas de saúde, abandonou a medicina e aposentou-se com relativo sossego financeiro.
      A história do Dr.Juca demonstra um "desperdício" de sabedoria muito comum no nosso meio. Experiência e vivência na medicina deveriam ser sempre passadas para os mais jovens. Minimizar os erros e encurtar o caminho para as novas gerações é um ato evolutivo. Conto esta história para exemplificar, de maneira prática, uma das principais vantagens do trabalho em equipe na prestação de serviços em saúde. Caso você não trabalhe em equipe, reavalie seus conceitos.
     A formação de uma família tem como principal objetivo a manutenção da espécie, das idéias, crenças e costumes. Família é a certeza da continuidade de princípios e atitudes, além dos genes. Em analogia, o segredo da perenidade e do crescimento na prestação de serviços é a formação de uma boa equipe.
      O trabalho em equipe é fundamental para o sucesso individual pleno. O sucesso profissional pode ser alcançado individualmente mas geralmente às custas do sacrifício pessoal e familiar. Na área médica, historicamente, a prestação de serviços sempre foi muito individual e centrada em um único profissional. O médico sacerdotal e 100% disponível para os seus clientes cede espaço para o médico que trabalha em uma equipe que está 100% disponível para os seus clientes. Os clientes têm o médico de referência mas conhecem os outros membros da equipe que oferecem a mesma qualidade no atendimento em caso de férias, congressos e imprevistos (de saúde, por exemplo). Trabalhar em equipe é um requisito indispensável para a qualidade de vida.
       A formação de uma boa equipe é o ponto principal e mais complexo. O ideal é, literalmente, você criar a sua equipe. A residência/especialização médica torna-se peça fundamental neste processo. Durante a residência, além de contribuir para a formação do jovem médico, você tem nas mãos uma fonte perfeita de excelentes profissionais. "Moldar" o jovem profissional com as características e os valores da equipe facilitam bastante a escolha de um novo membro e o crescimento da mesma. Após a entrada do novo membro da equipe, a assistência dos mais velhos continua primordial até a estabilização profissional e emocional do mais jovem. Esta transição precisa ser gradual e valorizada por toda a equipe. O jovem não ocupa o lugar do velho, e sim, novos espaços.
        O medo de dividir impede o crescimento real e perene do indivíduo. O trabalho em equipe permite que suas e atitudes permaneçam vivos e influenciando as pessoas mesmo após o abandono da profissão. Agregando bons profissionais a sua equipe, agrega-se qualidade, ocupa-se espaço, divide-se responsabilidades, ganha-se tempo para sua família e seu hobby, além de multiplicar os lucros (pode ter certeza). O seu colega excepcional não deve ser visto como concorrente, e sim, como sócio.
       A equipe precisa trabalhar em sincronia e nivelada nas obrigações e financeiramente. A exploração de colegas tornou-se prática comum entre médicos (e em outras profissões também), apesar de proibida pelo código de ética médica. Tenha certeza que a divisão justa mantém a equipe "azeitada" e motivada, o mais novo pode até receber menos no início mas com perspectiva de equidade financeira no decorrer dos anos. Caso isso não ocorra, a equipe não trabalhará com todos os seus membros satisfeitos e isto é o primeiro passo para a ruptura. A sensação de estar sendo explorado é muito pior que a remuneração propriamente dita.
Equipe em saúde é...
  • Ajudar e ser ajudado. 
  • Aparar arestas de maneira profissional. 
  • Divisão igual de tarefas e de dinheiro. 
  • Crescer junto. 
  • Unir características diferentes para potencializar a equipe. 
  • Hierarquia saudável. 
  • Defender a residência/especialização para garantir a perenidade e o crescimento. 
  • Trabalhar agregado a uma instituição.


Veja a figura abaixo, enviada pelo colega Pedro Nogueira Duarte. Sensacional!


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Quero ser o seu Médico




Quero ser o seu Médico
Médico de verdade
Disponível, interessado em ajudá-lo
Sem pressa, escuto e conforto você
Equilibro tecnologia com atenção


Quero ser o seu Médico
Remédios? Prescrevo o necessário
Prescrevo atitude, livros e descanso
Prescrevo freios para a sua acelerada vida
Prescrevo família e amigos


Quero ser o seu Médico
Ofereço ouvido na sua angústia
Ofereço disponibilidade e tempo na sua pressa
Ofereço resposta para sua dúvida
Ofereço simplicidade na minha fala

Quero ser o seu Médico
De uma boa conversa retiro diagnósticos e até sofrimento
Respeito a morte mas enfeito o caminho da vida
No final dela, corto restrições
Prescrevo o que te faz bem


Quero ser o seu Médico
Cuido de você, cuido de mim
Entendo seu cansaço, aprendi a descansar
Compreendo sua pressa, já desacelerei
Admiro sua família, amo a minha


Quero ser o seu Médico
Atenção sem pressa
Atenção sincera
Atenção bem-humorada
Atenção Médica

Por Breno Figueiredo Gomes

Este mês a Atentia - Atenção Médica (www.atentia.com.br) cresceu e acrescentou mais um grande profissional à sua equipe.

Trata-se do Dr. Eduardo Jardel Portela, neurologista clínico e epileptologista, coordenador da Clínica de Epilepsia do Hospital das Clínicas da UFMG e médico assistente do Núcleo Avançado de Tratamento das Epilepsias (NATE) do Hospital Felício Rocho.

Agora, a Atentia conta com os serviços de Cardiologia, Clínica Médica, Endocrinologia, Gastroenterologia, Nefrologia, Neurologia, Nutrição e Psicologia. 

Agende sua consulta e conheça nossa filosofia de trabalho!