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sexta-feira, 3 de setembro de 2021

Você Cria ou Resolve Problemas?

Instagram: @prof.breno


Qual dos dois é mais valorizado no mercado?

Qual é mais feliz?

Qual ganha mais dinheiro?

Qual você efetivamente é?


    O Criador de Problemas é infeliz. Cria problema onde não existe. Considera o mundo injusto com seu potencial, geralmente imaginário. Vive reclamando e arranjando um culpado. Empurra a solução para os outros. Finge que não é com ele: “Não é minha obrigação!”. Acha que ninguém o entende, mas não faz nenhuma força para se fazer entender. Considera as outras pessoas incapazes. Sofre na tristeza e na alegria. O seu hobby é estragar o prazer dos outros. Avacalha o ambiente de trabalho e não se toca. Gosta de ver o circo pegando fogo e, assentado, sempre diz:“Não falei?!”


    O Resolvedor de Problemas atrai boas pessoas e cria bons ambientes familiares e profissionais. Ganha dinheiro. Sabe que o problema não é com ele, mas é dele também. Aponta o problema e propõe a solução. Só sossega quando está resolvido. Caça problemas para resolvê-los, não cultivá-los. Ao ver o circo pegando fogo, corre para ajudar a apagá-lo. Respeita a todos e sabe que as virtudes se complementam. 


    Potencial sem execução é nada. Supervalorização de potencial é mania de quem não faz. Encontre os problemas e elimine-os ao invés de os alimentar. A proatividade com responsabilidade, assim como a atitude positiva, são habilidades não técnicas indispensáveis para se destacar, mesmo sem ser um gênio!


    Comente aí embaixo com qual deles você se identifica e encaminhe para um amigo que irá gostar de ler!




quinta-feira, 8 de julho de 2021

Não Existe Medicina Humanizada...

Instagram: @prof.breno


Sempre me incomodei com o termo "Humanizar a Medicina"... um pleonasmo "figura de livro" na minha opinião. O Prof. Savassi soltou esta pérola acima há exatos 21 anos!


Compaixão, hostilidade, amor, raiva, gratidão, tristeza, alegria, ganância, humor, ódio, paciência, impaciência… todos são sentimentos e comportamentos humanos. Somos assim e precisamos aprender a controlá-los. Atualmente, nada mais humano que a intolerância, por exemplo. Os comportamentos humanos definitivamente não se restringem aos bons.


Humanizar é dar atenção, escutar pacientemente, desenvolver a empatia, mas também pode ser menosprezar, por exemplo. Todos juntos e misturados, viemos assim de fábrica!


Tornar a Medicina mais humana é impossível. A Medicina é o retrato do ser humano, fiel e escancarado. Não precisa de rótulos, precisa de atitudes dignas da responsabilidade que temos nas mãos, a começar pelo respeito que todo ser humano merece.


Precisamos aprender a adestrar nossos sentimentos e comportamentos e ajudar os outros a identificarem o que realmente importa para o paciente. Muitos não conseguem enxergar ainda o que realmente importa. Precisamos mostrar nas faculdades, residências e no dia-a-dia… a melhor forma, na minha opinião, é o exemplo!


Você está sendo um humano bom?


Não existe Medicina humanizada, existe Medicina boa e ruim. Medicina humanizada, água molhada, fogo quente, açúcar doce… são exemplos de pleonasmo. Bem assim...







domingo, 13 de junho de 2021

Âncora ou Impulsor? O Poder do seu Parceiro(a) na sua Carreira

 Instagram: @prof.breno


A escolha do seu parceiro(a) de vida é um fator preponderante para a sua alta performance profissional. O seu parceiro(a) pode te ancorar ou te impulsionar. A boa notícia é que uma relação baseada no diálogo, no respeito e, principalmente, no amor, pode transformar uma âncora em um impulsor.



"Se for para ganhar isso, eu te pago para você ficar em casa..."

    

        Um relacionamento saudável gera sonhos comuns, mas permite e apoia os sonhos individuais. Ninguém deve "podar" ou menosprezar os sonhos individuais de ninguém. Abrir mão de sonhos pode custar caro, com arrependimento, rancor e raiva no futuro. O argumento financeiro é importante, mas não pode e não deve suprimir sonhos; no máximo, adiá-los. Colocar prazos e permiti-los é fundamental. Apoie as escolhas do parceiro(a), mesmo ciente dos riscos. Existem escolhas que certamente não darão certo, mas servem de aprendizado. Permitir estas escolhas é crescer junto! Ah, e nada de "eu avisei!"... se não deu certo, segue o jogo! Simples assim!


        "Lugar de mulher é em casa!"


        O homem como único provedor da casa já é coisa do passado. As mulheres estão assumindo, cada vez mais, um papel de destaque no mercado de trabalho. Atualmente, o mercado da medicina já está em processo de transformação. Desde 2009, o número de médicas formadas anualmente é superior ao de médicos. Em poucos anos, teremos mais médicas que médicos no Brasil. A adaptação a esta nova realidade é imprescindível e urgente. A maternidade tem sido uma âncora profissional para inúmeras mulheres desde os tempos mais remotos. Atualmente, iniciativas muito bacanas (como o "Maternidade nas Empresas" - @maternidadenasempresas) vêm ajudando a quebrar estes paradigmas. As virtudes desenvolvidas pelas mulheres ao longo da maternidade são extremamente úteis e necessárias no mercado de trabalho. A maternidade exige uma valorização proporcional à grande transformação do trabalho médico (e dos outros também) que ela proporcionará. 


"Mas você não faz nada! Tem babá, empregada… se quiser, pode ir trabalhar que eu fico em casa… Pare de reclamar de barriga cheia!"


A pandemia escancarou a dificuldade dos ditos trabalhos domésticos e, principalmente, da dificuldade de cuidar das crianças e da casa. É um trabalho real sim, mais exaustivo que a grande maioria dos trabalhos ditos tradicionais. O parceiro(a) que se dispõe a ficar em casa merece muito respeito e descanso também. Conciliar a vida pessoal e profissional, sem prejudicar nenhuma das duas, exige parceria e cumplicidade. Coloque disposição e atitude de ajudar seu parceiro(a) com a "mão na massa"... Você tomará um banho de empatia e, principalmente, de compaixão para o dia-a-dia.

        "Eu ganho e ele(a) gasta!"


Parceiro(a) gastador pode boicotar o planejamento financeiro do casal, mantendo o ciclo vicioso do "ganhar para pagar as contas", sem investimentos ou visão de longo prazo. Conversem sobre dinheiro abertamente. Estipulem os gastos individuais com futilidades, por exemplo, dentro do planejamento do casal. Sempre discutam os grandes gastos. A consciência financeira só vem com conhecimento real da situação e dos planos futuros.



Resumindo…


* Alinhe os sonhos comuns; 

* Permita e ajude a realizar os sonhos individuais. Não encher o saco já é o começo; 

* Converse sobre dinheiro abertamente;

* Nunca menospreze o trabalho doméstico;

* Ajude com as crianças, sempre;

* Permita um tempo de descanso para o seu parceiro(a). Livre de crianças ou de serviços domésticos. No mínimo, semanalmente;

        * Lembre-se sempre… "Happy Wife, Happy Life!" - sua vida só será plena se a pessoa que você ama estiver bem também! Ajude e permita-se ser ajudado.